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Favoritos...

28.1.14
favoritos Muitas vezes perguntam-me que produtos uso no meu dia a dia e lembrei-me de partilhar convosco alguns dos meus favoritos. São o fruto de muitas "experimentações" de muitas "tentativa/erro" e acho que cheguei a um ponto em que encontrei alguns verdadeiros vencedores. Naturalmente que cada uma de nós terá as suas características mas para mim, que tenho uma pele altamente reactiva a tudo (bah), estes são companheiros de luta.

1 Este corrector é o melhor que encontrei e acreditem que foram anos de busca. Experimentei muitos mas desde que comecei com este (há 2 anos!) que não voltei a ter curiosidade por outras "promessas". O único problema é que não se vende em Portugal ainda...
2. Descobri este creme, uma espécie de BB, quase por acaso mas fiquei imediatamente rendida. Hidrata e cobre muito ligeiramente. O link é da loja online mas no Porto e Lisboa também encontram lojas da Origanii.
3.Para quem é uma "maria preguiça" como eu e deixa sempre a pele chegar a uma desidratação vergonhosa este creme SOS é uma ajuda preciosa.
4.O meu cabelo é fino de dar dó mas mesmo assim teima em secar nas pontas e embaraçar-se que parece um novelo sem saída. Este creme amaciador é perfeito porque não me deixa o cabelo "pingão".
5. Há uns tempos atrás, com um voo atrasado no aeroporto de Lisboa, resolvi aproveitar uma demonstradora da Armani para experimentar esta base. Não costumo dizer isto mas o que vos posso assegurar é que é tudo o que prometem. Perfeita. Incrivelmente fina e deixa a pele bem protegida, pelo menos para mim que não tenho enormes problemas de pele a esconder.
6. Na mesma altura que comprei o corrector, trouxe da viagem este pequeno aparelho de limpeza. Fiquei fã e uso regularmente desde então. Já o vi à venda no aeroporto de Lisboa mas imagino que agora comece a ver-se por outros pontos de venda.
7. Sempre gostei de ver batons de cor. Uma das minhas memórias de infância é ver a minha avó a pintar os lábios de cor antes de sair de casa. Ficava-lhe sempre bem. A minha cor favorita para uma base diária é o Orchidée porque é um pouco acima da cor de lábio mas não tão intimidante como uma cor forte.
8. Para as unhas sou fã da Essie porque acho que tem a melhor relação preço/qualidade para além de cores lindas. Gosto muito desta porque tem uma certa "despretensão" de quem quer ter as unhas pintadas mas não quer o vermelho.

E os vossos favoritos, quais são?

eu gosto é do verão....

10.7.13
Na semana passada passámos uns dias mais difíceis por causa dos dentes do M. Isso juntamente com o calor, estava a fazer com que pouco ou nada quisesse comer. Lembrei-me então de umas formas de gelado que tinha lá por casa e como não queria estar a dar-lhe nada mais do que fruta lembrei-me simplesmente de triturar a fruta e pôr a congelar .
Como tinha melão e morangos resolvi criar um gelado bicolor para ficar mais apelativo e a verdade é que resultou. Penso que as fotografias demonstram bem isso?...
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E como o pai é fã de gelados dei-lhe depois um a provar enquanto lhe dizia que destes podemos comer sempre que quisermos! E não é que todos os dias fala nisso? Nós lá por casa já temos a solução para os dias de calor usando 100% fruta.
Também gostei muito da sugestão da Sandra (e já me estou a convidar para um gelado da próxima vez que for ao Porto) e parece-me também uma óptima solução para estes dias mais quentes. Afinal de contas quem não gosta de um gelado?

Das coisas simples...

2.5.13
Quando faço trabalhos de tricot ou crochet nunca sei bem o que hei-de fazer com os restos de fios com que fico. Ou por outra, até vou tendo ideias mas a verdade é que nunca as executo porque a possibilidade de começar um novo projecto com um fio diferente é sempre mais tentadora.

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Mas desta vez e porque adorei o fio com que estava a trabalhar, resolvi usar os restos destes trabalhos e fazer um pequeno cesto onde guardei (alguns) os meus batons.

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Gostei tanto do resultado final porque estas cores irradiam felicidade e ficam bem em qualquer sítio. Fiquei cheia de vontade de fazer mais, de variadas cores e tamanhos.

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E vocês, gostaram?

Vamos aprender a fazer?... (2)

20.3.13
Desde que experimentei fazer uma brincadeira com os carimbos fiquei a pensar em outras formas e nas inúmeras possibilidades e aplicações. Ainda procurei em algumas lojas por carimbos diferentes mas não só não era muito fácil encontrar como os que se encontravam eram caros. Um dia em conversa com a Luísa Spínola ela disse-me logo: ensino-te a fazer. Podes fazer as formas que quiseres! E eu ainda pensei que claro que com o talento dela tudo fica perfeito mas a verdade é que o talento dela vai muito mais além da sua própria execução e consegue ensinar de forma a que também o nosso trabalho fique lindo!

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1. O material essencial é o que está na imagem acima mais o batedor (uma pequena esponja) e o papel vegetal para passar os desenhos para a borracha que vai servir de carimbo para o caso das pessoas que como eu não têm o maior dos jeitos para o desenho (jeitinho nenhum, vá, que isto também é preciso ser honesto).

carimbos1 2. Depois de reunido todo o material é hora de deitar mãos à obra e desenhar com um lápis no print block e depois de ter o desenho começa-se com a goiva a esculpir. Primeiro o contorno (a goiva pode ter várias pontas e para o contorno convém começar com uma mais fina)....
carimbos 2 3...e depois do desenho estar bem definido começa-se a esculpir em maior profundidade para que o que queremos "carimbar" fique bem destacado para não corrermos o risco de manchar a impressão com algum dos cantos ou restos da superfície dos lados.
carimbos 34. Da primeira vez que experimentei apliquei a tinta com o pincel mas como tinha em casa estes batedores experimentámos e resultou muito melhor porque assim consegue-se controlar a quantidade de tinta.
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5. Já a pensar nas pessoas que, como eu, não são especialmente habilidosas para o desenho, comprei papel vegetal e copiámos um coelho (Páscoa anyone?) de um livro do Manuel e depois passámos para o print block.

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6. Pode aplicar-se uma só cor ou como com este gelado, aplicar duas cores. Com um batedor mais pequeno fica muito fácil aplicar a tinta. Quando começámos não tínhamos nenhuma forma especial pensada. Eu já tinha falado à Luísa no gelado de pau (por causa de uma colecção antiga da BoboChoses que tinha uns calções lindos!) e ela fez esse e o gelado de cone (L-I-N-D-O-S). 

carimbos 67. Depois dos gelados pensámos em fruta e aplicámos numas leggings do M e numa t-shirt minha. O ananás resultou de uma forma perfeita em qualquer uma das cores e criou efeitos completamente diferentes. Parecem peças saídas da loja. Mesmo.
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8. Depois fizemos o básico, um coração, que podemos aplicar num cartão, num papel de embrulho, numa peça de roupa. E finalmente o coelho, na imagem acima a Luísa a terminar e depois a aplicar o coelho. Perfeito não é? Reparem como ela depois criou relevos a simular o pêlo.

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9. E aqui o nosso portfolio de carimbos. Ali no canto esquerdo um carimbo que não viram aplicado? Uma outra surpresa para desvendar mais tarde.

Notas importantes:

Depois de aplicados os carimbos nas peças de roupa, deixem secar e depois engomem do avesso. O calor ajuda a fixar a impressão. E leiam as instruções das tintas para verem quanto tempo têm que esperar antes de lavar. Normalmente são cerca de 48 horas.

Acreditem quando vos digo que não é nada difícil conseguirem fazer os carimbos. Comecem com formas mais fáceis como o gelado de pau para depois então se aventurarem por outras mais complexas como o coelho. Estas "aulas" da Luísa e do Atelier Gatafunhos são sempre uma diversão. Lembram-se de quando nos ensinou a fazer aguarelas e letras de feltro?

Alecrim aos molhos...

4.3.13
Já tinha experimentado várias vezes fazer pão em casa mas até agora nenhuma receita me tinha enchido as medidas como esta da Mafalda Pinto Leite . Acho que tenho todos os livros dela - e até já partilhei aqui a receita da base de pizza - porque gosto muito do estilo que adopta, das fotografias e das dicas muito terra a terra que dá.

No outro dia sugeriu uma receita que tratei logo de imprimir para não lhe perder o rasto e no fim de semana aproveitei um Domingo em cheio para pôr mãos à obra.

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A receita retirada do Facebook Dias com Mafalda:

2 chávenas de água morna
1 colher de chá de açúcar amarelo
1 embalagem (20g) fermento fresco
2-1/2 chávenas de farinha integral (usei metade espelta)
2 chávenas de farinha sem fermento
3/4 chávena de azeite 
1 colher de sopa de sal grosso
2 colheres de sopa de alecrim fresco, picado
Farinha de milho, para polvilhar (opcional)

Na tigela da batedeira, misture a água morna, açúcar e fermento fresco. deixe ficar por 5 minutos ou ate começar a "espumar" - sinal que o fermento está vivo ( a funcionar).
Junte as farinhas, azeite, sal e alecrim. Bata com a pá da batedeira por 4 minutos, se a mistura estiver muito húmida (cola-se aos lados da tigela) adicione mais farinha, uma colher de sopa de cada vez..até obter uma massa macia (atenção para não adicionar farinha a mais, isso vai fazer com que o pão fique massudo e pesado). Coloque numa tigela grande untada com azeite. tape com um pano de cozinha húmido e deixe levedar por 1h ou até duplicar em volume. Dependendo do calor da sua cozinha pode demorar mais um bocado. Atenção para manter a tigela longe de correntes de ar.
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Polvilhe um tabuleiro de ir ao forno ligeiramente com farinha de milho, reserve. Vire a massa para uma superfície de trabalho, levemente polvilhada com farinha. Amasse a massa umas vezes e corte em dois pedaços. Forme cada pedaço numa bola, depois forme delicadamente com as mãos cada bola num rectângulo de maneira a formar algo que se assemelhe com uma ciabatta comprida. Coloque na forma preparada. Volte a tapar com o pano húmido, por 15 minutos.
Pré-aqueça o forno a 200º, quando estiver quente e os levedado coloque no forno por 20 minutos ou até os pães estarem dourados e cozinhados no interior.
Retire do forno e deixe arrefecer

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É uma receita muito fácil de fazer, não requer ingredientes especiais e é perfeita para o lanche ou para uma refeição informal misturados com queijo e enchidos (estou a salivar só de pensar nisso).

Acho que muitas vezes o problema quando fazemos pão é o fermento porque se não estiver "vivo" o pão não leveda e depois não fica fofo. Lembrem-se de que a água tem que estar morna e depois tem que se dar tempo para a mistura começar a borbulhar. E depois é só comer o pão que é assim para lá de delicioso.

Queres ser minha amiga?...

1.3.13
Uma das grandes descobertas deste blog tem sido sem dúvida a das possibilidades de encurtar caminho e conhecer pessoas com as quais de outra forma, muito provavelmente, nunca me cruzaria. E acho que a forma como nos expressamos, como trocamos ideias e comentários mostra muito de nós e cria afinidades que dão vontade de passar do virtual ao real. Foi o que aconteceu com a querida Sandra do Manga&Papaia.

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Já tínhamos tentado encontrar-nos antes mas só agora conseguimos alinhar os ponteiros e estar juntas. Juntas e com a Sofia e o Manuel que se entenderam maravilhosamente. De resto a Sofia passou o tempo a chamar o M. pelo nome e eu pude comprovar ao vivo que esta menina é um doce e que aquelas bochechas são ideias para dar beijocas repenicadas!

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Sempre tive a sensação que estas duas irmãs eram um doce (como as frutas, claro) e logo que conheci a Sandra fiquei com aquela sensação de estar a rever uma amiga. Agora só temos que repetir porque uma vez deu para pouco. E um beijinho para o Alentejo para a Vera e claro outro para a mãe destas duas meninas que também gosta de espreitar o Short Story e acompanhar as peripécias do Manuel.

Dar ao dedo...

28.2.13
Há algum tempo atrás andei a fazer algumas experiências de golas em crochet e apesar de não terem saído mal, não me encheram as medidas. Os fios eram bonitos e o resultado final assentava bem mas não de forma perfeita. Andei sempre atenta, à procura de um projecto que fosse de encontro ao que tinha idealizado.

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E quando encontrei esta proposta percebi que podia descansar na minha incessante busca e deitar mãos à obra. A primeira que fiz foi para a nossa sobrinha que acabou de fazer 1 mês e como sei que o rosa é a cor de eleição mas tentando fugir do clarinho escolhi este tom mais forte que acho que ficou perfeito. Depois andei a percorrer as retrosarias em busca de botões que fossem pequenos mas encantadores e não "de bebé".

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Gostei tanto do resultado que claro que estou agora em modo de "produção em série". E vocês, gostaram?

Aprender a tricotar...

26.2.13
Quando comecei a partilhar por aqui alguns dos meus trabalhos de tricot e crochet fui abordada por muitas amigas que queriam também aprender. Eu comecei a fazer tricot há muito tempo com a minha mãe - que tinha uma habilidade que eu só posso sonhar alcançar mas tento, eu bem tento - e depois apurei algumas técnicas com a Joana da Ovelha Negra, no Porto.
Ao ver que havia tantas pessoas dispostas a dar ao dedo resolvi desafiar a Luísa e a sua irmã Marília a organizarem no Atelier Gatafunhos, na Madeira, um workshop de iniciação ao tricot.

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Nesta primeira fase reuni apenas algumas amigas - e amigas de amigas - que tinham mostrado interesse e pedi à Luísa para organizar alguns workshops (de forma a serem poucas pessoas de cada vez e assim poderem ter mais tempo para todas as dúvidas) e fiquei verdadeiramente surpreendida ao ver que só a partir de um e-mail recebi mais de 15 respostas interessadas!

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Acho que estes primeiros workshops funcionaram quase como uma experimentação e a verdade é que o Atelier Gatafunhos fez um excelente trabalho e está agora aberto à organização de workshops para quem estiver interessado em aprender ou re-aprender o tricot (isso por agora porque, pelo que vi,vão ter em breve muitas outras novidades!).

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Neste último Domingo, reuniram as "tricotadeiras" das várias sessões para, em conjunto, terminarem o projecto e fiquei tão feliz por vê-las ali todas entusiasmadas e já a pensar nos próximos projectos!

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O Atelier Gatafunhos dá workshops na Madeira e se estiverem interessados só têm que falar com a Luísa (luisaspinola@gmail.com) e combinar com ela a melhor forma. E então, vamos aprender a tricotar?

Be my valentine ...

29.1.13
O dia dos namorados está a chegar e aqui no Short Story não podíamos deixar passar a data sem uma comemoração! Confesso que nunca fui grande fã da data mas desde que há dois anos recebi a melhor notícia da minha vida - pois é, soubemos que o Manuel vinha a caminho no dia 14 de Fevereiro de 2011 - que este dia ganhou um novo significado.
Uma vez mais contei com a fantástica ajuda da Luísa Spínola do Atelier Gatafunhos que deu a ideia de nos ensinar a fazer aguarelas e daí até um presente para o dia de S. Valentim foi um instante! Mas esta ideia que agora apresentamos pode ser usada para tantas finalidades diferentes: como etiquetas, como cartões de aniversário, de agradecimento, pequenos quadros para a casa ou simplesmente como forma de dar asas à criatividade.

Vamos aprender?

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Vamos precisar de: água, taças pequenas, pincéis, papel de aguarela (tem que ser papel especial senão o trabalho não fica bom), lápis para desenhar, canetas de ponta e tintas de aguarela líquidas (trabalham-se melhor ). E convém isolar bem o espaço à volta e não usar uma camisa branca (cof, cof) porque é possível e provável que sobrem uns respingos para vocês!

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À partida há duas formas de começar um trabalho: ou começamos sobre uma base molhada ou sobre uma base seca e o resultado diverge na densidade de cor que temos e na forma como as camadas e as cores se diluem entre si. No coração que vemos em cima, começámos por desenhá-lo (a lápis para depois apagar), depois passámos água e por último aplicámos as cores.

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As densidade da cor também se pode manipular usando a cor misturada com água, molhando mais o pincel, ou tirando a cor directamente do frasco. Conseguem-se assim tons mais claros ou mais fortes. E depois ainda há os respingos que dão um movimento ao trabalho e que se conseguem batendo com o pincel contra a mão por cima da aguarela.

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Também achei muito importante o conselho da Luísa de não me deixar prender pelo certo ou pelo errado nem pelo desenho perfeito (até porque jeitinho para desenho por aqui é a rondar o zero). A beleza encontra-se na forma como interpretamos e não há uma única forma certa de fazer as coisas.

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Outra coisa que nos temos que permitir é mudar de ideias a meio do caminho. O ponto de partida já conhecemos mas não precisamos logo de definir o ponto de chegada. Vamos fazendo, e vendo como corre. Uma dica boa, quando se trabalha com a água é a de ter papel absorvente à mão que podemos perfeitamente usar para retirar o excesso de água ou até de cor. À medida que forem experimentando vão ver como tudo muda só de pôr por cima uma pontinha de papel absorvente ou mesmo o pincel seco. Uma outra forma de criarmos formas é com uma caneta de ponta fina (fizemos por exemplo os fios dos balões) que convém experimentar antes para se certificarem de que não borra.

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E agora muito  importante! O Short Story e o Atelier Gatafunhos têm dois postais para oferecer aos nossos leitores para que possam surpreender alguém especial !!

Temos os balões presos ao coração....

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E o coração colorido com a mensagem especial...

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...para oferecer a dois dos leitores do Short Story! Para se habilitarem a ganhar um dos postais só têm que gostar do Short Story blog e do Atelier Gatafunhos no Facebook e deixar uma mensagem neste post. Depois vamos ao random.org e sorteamos dois números. O primeiro número vai receber o postal dos balões e o segundo número a ser sorteado recebe o coração com a mensagem especial.

Para que os vencedores tenham tempo para receber os seus postais vamos pôr data de fecho para os comentários válidos no dia 5 de Fevereiro. Depois os vencedores só vão ter que pensar na forma como vão apresentar a surpresa!

Vamos aprender a fazer ... (1)

17.1.13
Quando falei aqui nas letras de feltro pensei que a ideia era muito gira mas depois de ler atentamente as instruções cheguei à conclusão que precisaria de muita concentração e de um dia sozinha para conseguir sequer tentar fazê-las.

Concentração com o Manuel sempre a querer ver o que estou a fazer? Difícil. Um dia inteiro sozinha? Impossível. Tinha já arquivado este projecto na minha prateleira mental dos: um dia, quem sabe/provavelmente nunca, admitamos, quando a Luísa Spínola me disse: ajudo-te a fazer, com outra técnica que acho bem mais fácil. Allo? Ajudas? Técnica mais fácil? Não digas mais nada!

Tudo se concertou e no passado fim de semana a Luísa trouxe o seu Atelier Gatafunhos  até lá casa e começou a aula, bastante informal, com tempo para um chá e oportunidade para o Manuel participar.

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O feltro parte desta base de lãs (próprias para feltar) que são picadas com uma agulha própria sobre uma base como esta azul da imagem que é wallmate (material usado para insonorizar as casas, mas que também pode ser esferovite ou esponja). Depois só precisamos de água quente (quanto mais quente melhor) e de sabão azul (tem que ser mesmo sabão azul).

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 À medida que vamos desfiando a lã vamos sobrepondo os fios (cruzando as camadas) e dando a forma que queremos. No nosso caso queríamos letras para formar o nome do Manuel e como era para afixar não as queríamos tridimensionais (o que é feito pelo mesmo processo mas juntando mais lã e dando essa forma como podem mais à frente ver no passarinho que está no "L").

feltro-3 Depois de termos a forma desejada é altura de picar. À medida que picamos os fios vão-se entrelaçando e a letra vai ficando cada vez mais consistente. Temos que ir picando de ambos os lados até termos os fios todos entrelaçados. Nesta altura temos uma letra que já não se desfaz. Se, ao olharmos em contraluz, ainda virmos espaços mais vazios, colocamos mais fios e picamos novamente até a forma estar bem densa e consistente.
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Depois de picada lavamos a letra em água quente e sabão azul, esfregando bem (várias vezes. Quando pensarem que está bom, continuem! A letra é lavada até ficar dura e nessa altura tiramos o excesso de água com um pano e friccionamos para que ganhe mais consistência.). Na imagem vemos o "M" terminado e o "A" pronto a ser picado.

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O "A" depois de ser picado e antes de ser lavado e o Manuel a fazer os testes de qualidade no "M".

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O resultado final está agora à entrada do quarto do Manuel e às letras juntámos uns passarinhos e um coração que em breve deverão ter companhia uma vez que a Luísa deixou lá em casa as lãs e a agulha para eu continuar a fazer experiências. Para conseguirmos uma combinação de cores como no caso do "M" ou do ninho só precisamos de sobrepôr fios de cores diferentes para criar este efeito.
Entre pausa para chá, conversa e atenção ao Manuel, fizemos este trabalho numa tarde e as combinações possíveis são tantas que dá vontade de fazer sem parar. Espero que fiquem com vontade de experimentar!

Espreitem o  Atelier Gatafunhos e vejam as fantásticas sugestões da Luísa Spínola!

Sr. Inverno, estamos prontos, sim?...

15.1.13
Depois do gorro, continuo a preparar o Manuel para a chegada de um Inverno que teima em não aparecer (pelo menos aqui na Madeira). São Pedro, estás a guardar  frio para a Primavera?

Da última vez que estive no Porto claro que não resisti a uma passagem pela Ovelha Negra e escolhi três cores com a ideia de fazer um gorro mas como entretanto fiz o outro lembrei-me de fazer uma gola. Nas crianças assim pequeninas as golas funcionam bem porque não caem e ficam ali justinhas ao pescoço a aquecer  (e embelezar, digo eu.).

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Não querem tentar ?....

4.1.13
Por maior que seja a correria gosto sempre de me entreter com alguma coisa nos tempos de sofá (são poucos mas existem). Acho que lhe podemos chamar um vício, sim. Normalmente qualquer coisa fácil em tricot ou crochet que me permita levantar os olhos e ver uma série ou filme com o André. Com o Inverno a chegar já tinha pensado em fazer um gorro para o Manuel e quando vi este projecto no Purlbee achei que era a escolha certa. Fácil, rápido, giro.

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Fui procurar no meu stock (não perguntem...) e encontrei este fio que tinha comprado há algum tempo na Ovelha Negra  e que apesar de não ser um fio próprio para bebé é muito macio e agradável ao toque. Em relação ao projecto inicial tive que fazer algumas alterações no tamanho porque este gorro é para bebés pequenos e o Manuel já é assim um rapazinho (em vez de começar com 44 malhas, comecei com 64)! E o bom deste ponto é que é muito elástico e com alguma boa vontade até a mim me serve!

Acho que este é um projecto ideal para as pré-mamãs/recém-mamãs/mamãs/avós/tias/primas/amigas em geral que querem dedicar-se ao tricot mas não têm ainda muita experiência. O trabalho é feito com agulhas circulares e só é preciso fechar a primeira carreira o que quer dizer que não é preciso recorrer às 4 agulhas ou ao magic loop o que poderia ser mais complicado.

Não querem tentar?

Vamos pôr mãos à obra? (3)

3.1.13
Uma das minhas resoluções de ano novo foi a de me organizar melhor para conseguir mais tempo para os projectos que gosto de fazer. E são tantos! Reconheço que as horas do dia não se multiplicam e que como tenho que esperar que o Manuel vá dormir para aproveitar essas poucas horas diárias tenho que concentrar-me nos projectos que mais gostar. E em apenas alguns (nota mental aqui para mim!).

Já vos falei aqui desta loja em NY que é paragem obrigatória sempre que lá vamos e na qual me perco porque ainda não consegui organizar-me de forma a não sair de lá com fios para os quais não tenho planos imediatos. Mas no blog da loja têm sempre ideias giras e tantas muito fáceis de concretizar como esta manta que eu já adaptei para uma para o Manuel mas que tenho vontade de fazer com estas cores originais para nos aquecer no sofá.

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No ano novo também queremos comer mais saudável mas se há coisa que raramente dispensamos lá por casa é um bom hambúrguer e quando vi esta receita de Portobello Mushroom Burguer fiquei logo a pensar em arranjar uns bons cogumelos portobello para fazer a experiência!

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Por último um projecto que deve dar um bocadinho (estou a ser simpática, parece-me) de mais trabalho mas que acho delicioso. Já o tinha andado a namorar antes do Natal mas acho que um destes dias vou ganhar coragem e já imagino o Manuel a inventar palavras com as letras.

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E vocês, andam com vontade de deitar mãos à obra?

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